# 001 br visao

# [Dados] Visão Ume + Plataformas

Convidados work@marpont.es Bruno Ricardo Anexos [Dados] Visão Ume + Plataformas

# Resumo

Bruno Ricardo (Br) descreveu a evolução da UMi, de operadora de crédito BNPL no varejo físico para provedora de tecnologia multiemissor, que busca ser uma "Visa 2.0 ou Mastercard 2.0" oferecendo infraestrutura e inteligência de crédito, um modelo que Marcello Pontes (M) entendeu como white label. A UMi planeja ser uma wallet para o usuário final, oferecendo um ecossistema de benefícios, e transformar seus produtos em building blocks para permitir que varejistas customizem produtos financeiros, enquanto auxilia na captação de funding e busca alinhar o risco ao varejo.

A estrutura de dados da UMi utiliza Change Data Capture (CDC) para enviar dados do Google Cloud Platform (GCP) para o BigQuery (BQ) a cada 15 minutos, sendo visualizados no Looker Studio, Metabase e Streamlit. Bruno Ricardo (Br) enfatizou a necessidade urgente de consistência, validação e padronização dos dados, incluindo a centralização de features como o FPD (First Payment Default) e a definição de fontes padrões (Golden Truth), além de priorizar o uso de ferramentas nativas do GCP para o core do negócio.

# Detalhes

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  • Evolução do Modelo de Negócios da UMi Bruno Ricardo (Br) descreveu a história da UMi como uma empresa que oferecia crédito no varejo físico com o modelo Buy Now, Pay Later (BNPL), captando clientes no ponto de venda e gerindo o processo de underwriting. O processo de avaliação de crédito é realizado por eles, usando um motor próprio que consome dados de bureaus externos como Serasa ([00:01:01)). Historicamente, após a primeira aquisição, os clientes podiam acessar outros produtos de crédito, como empréstimo pessoal ou Pix parcelado ([00:03:18)).

  • Transição para um Provedor de Tecnologia Multiemissor A estratégia futura da UMi é deixar de ser apenas uma operadora de crédito e se tornar uma provedora de tecnologia, posicionando-se como uma "Visa 2.0 ou Mastercard 2.0" ([00:03:18)). A UMi busca ser uma rede de pagamento que permite a qualquer varejista se tornar um emissor de crédito, oferecendo a infraestrutura, a inteligência de crédito, e inclusive auxiliando na captação de funding (financiamento) no mercado ([00:04:24)). Marcello Pontes (M) entendeu a transição como um modelo white label ([00:03:18)).

  • Estrutura de Financiamento e Risco Bruno Ricardo (Br) explicou que a UMi ajuda os varejistas a obterem financiamento (funding) para as operações de crédito, como montar um projeto (ex: Fidic, debênture, CR) para atrair fundos de investimento que buscam um retorno garantido, como CDI mais 7 ou 8 ([00:05:25)). A intenção é que o varejo participe do risco para alinhar incentivos, onde o varejo ganha tanto na venda do produto quanto na operação de crédito ([00:07:23)).

  • Implicações da Estrutura Multiemissor para Dados A principal mudança estratégica é a UMi se tornar multiemissor, onde qualquer varejista pode se tornar um emissor, e cada um deve ser visto de forma independente ([00:08:22)). Isso implica na necessidade de uma estrutura de dados que acomode essa visão multi-tenant ([00:19:03)). O varejo pode atuar como adquirente (acquirer), emissor (issuer), e até participar do financiamento (funding) ([00:09:20)).

  • Visão de Wallet e Benefícios ao Cliente Final A UMi planeja se posicionar como uma wallet para o usuário final, centralizando todos os ciclos de crédito de diferentes emissores que usam a plataforma UMi, proporcionando uma experiência única ([00:09:20)). Para incentivar o uso do app da UMi em vez dos white labels dos parceiros, a UMi planeja oferecer um ecossistema de benefícios e recompensas (rewards) ([00:11:26)). Marcello Pontes (M) perguntou como o cliente final saberia da existência dessa rede. Bruno Ricardo (Br) respondeu que os contratos preveem que o cliente faz parte da rede UMi, permitindo o acesso direto a eles ([00:13:22)).

  • Abordagem de Building Blocks e Plataformização A UMi está transformando seus produtos em "caixinhas de capacidades" (building blocks), permitindo que os varejistas construam produtos financeiros customizados, como crediário Biglar ([00:14:08)). Essa plataforma permite flexibilidade para diferentes setups e configurações por emissor, em vez de versionamento de software ([00:22:38)). A intenção é dar capacidade tecnológica aos varejos, muitos dos quais são "altamente amadores" e carecem de acesso tecnológico ([00:16:09)).

  • Estrutura de Sistemas Transacionais Bruno Ricardo (Br) detalhou que a UMi utiliza um backoffice próprio para o core das operações. Os sistemas incluem o "Parceiros" (web/mobile para a relação UMi-loja, gerenciando caixa, vendas e consulta de crédito) e um Backoffice interno ([00:20:18)) ([00:22:38)). Outros parceiros de serviços (birôs, bancarização, boleto, comunicação com o cliente via Infobip) se integram a esse core ([00:16:09)) ([00:21:20)).

  • Fluxo de Dados e Armazenamento Atualmente, a UMi possui cerca de 19 bancos de dados transacionais, e o fluxo padrão de dados utiliza o Change Data Capture (CDC) habilitado em março de 2023. O CDC faz o streaming das transações dos bancos de dados, que estão no Google Cloud Platform (GCP), jogando os dados para dentro do BigQuery (BQ) ([00:24:56)). O processo de CDC roda a cada 15 minutos ([00:25:54)).

  • Ferramentas de Análise e Visualização Os dados no BigQuery (BQ) estão distribuídos em quatro a cinco projetos separados. Para visualização, os dashboards mais oficiais estão no Looker Studio, enquanto o Metabase é usado por pessoas com menos conhecimento para exploração de dados ([00:25:54)). Há também uso do Streamlit por times de Data Science e Crédito para a criação de dashboards ([00:27:11)).

  • Necessidade de Consistência e Qualidade de Dados Bruno Ricardo (Br) enfatizou que a parte mais importante no crédito é a consistência dos dados, acima de velocidade ou recência, pois um erro mínimo pode ter um grande efeito na política de crédito ([00:30:30)). Ele sugeriu a implementação de validações de dados (como Great Expectations do dbt), enforcement de esquemas (schema enforcement), e acompanhamento de drift de dados, especialmente na modelagem de analytics ([00:32:47)). A falta de confiança nos dados resulta na dependência de poucas pessoas para análise de números ([00:35:10)).

  • Desafio com a Centralização de Features (FPD) Um problema é a dificuldade em disponibilizar features de forma consistente e centralizada, como o FPD (First Payment Default - primeira parcela paga ou não) ([00:36:14)). Cada pessoa que precisa calcular o FPD para um dashboard o faz de novo, resultando em cálculos não padronizados ([00:37:15)). A solução seria ter um catálogo de feature que disponibilizasse métricas como o FPD por pessoa e coorte, que são simples de calcular, mas essenciais para decisões de crédito, comunicação e atendimento ([00:36:14)) ([00:38:18)).

  • Limpeza e Padronização de Fontes de Dados Há um grande volume de colunas não utilizadas no banco, e Bruno Ricardo (Br) destacou a necessidade de definir fontes padrões (Golden Truth) e matar as anteriores para forçar a migração ([00:39:10)). Ele sugeriu usar o rastreamento do Metabase para identificar o que é acessado diariamente e o que não é usado há 12 meses, para então ocultar ou mover para um dataset legacy ([00:41:13)).

  • Diretrizes de Tecnologia e Escolha de Ferramentas Bruno Ricardo (Br) mencionou que, embora o foco não seja gastar o máximo, a UMi deve priorizar o uso de ferramentas nativas do GCP em detrimento de soluções open source ou "coisa estranha" ([00:43:06)). A prioridade de investimento em engenharia deve ser no core do negócio (plataforma, customização de produtos financeiros), usando serviços de terceiros para o que não é central, como autenticação ou load balancing, para evitar o desperdício de tempo em áreas que não geram alavancagem de negócio ([00:44:09)).

# Próximas etapas sugeridas

Marcello Pontes will aprofundar nas 19 bases de dados transacionais, começando pelo fluxo de dados.
Marcello Pontes will estruturar e propor os primeiros passos de ação, que devem incluir a análise do Metabase e o uso de Léo como recurso para acelerar a implementação.
The group will usar o Léo como recurso para acelerar a implementação das ações definidas por Marcello Pontes.

# Transcricao

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4 de dez. de 2025

# [Dados] Visão Ume + Plataformas - Transcrição

# 00:00:00

Bruno Ricardo (Br): coloquei agora.
Marcello Pontes: Boa. Valeu.
Bruno Ricardo (Br): Deixa eu só pegar aqui o PPT para te mostrar.
Marcello Pontes: Excelente. p****, eu usei, eu precisei fazer precisei fazer uma, uma, um uma documentação técnica, velho. Essa semana eu tô eu tô em um projeto, aí o cara pediu para fazer uma documentação técnica para cavar um outro projeto. Aí eu dei meus impuxos tudinho, irmão. Perfeito, velho. Quase, né? Eu eu precisei dar umas podadas aqui ali, mas eu não usei o Jim não.
Bruno Ricardo (Br): Ominai tá indo bem demais, viu?
Marcello Pontes: Eu usei, sabe o que? Eu usei o o cursor com o Opus 4.5. Poderia ter sido o Gemini 3 também, que tem sido muito bom, mas eu usei para isso usei o 6.5.
Bruno Ricardo (Br): Boa. Deixa eu te dar a visão aqui de onde a gente tá vindo para onde a gente tá indo. Seguinte, vê o que é que o que é que rola na UM.
Marcello Pontes: M. Угуm.

# 00:01:01

Bruno Ricardo (Br): Historicamente a gente foi uma empresa que surgiu para entregar crédito no varejo físico. Então a gente originalmente nasceu para fazer o buyal payader, igual existe na Europa, tararão, que é cliente vai lá no varejo físico, ele precisa comprar um item, ele não tem o dinheiro para comprar aquele item, a gente vai lá, financia o item para ele, transfere o dinheiro para aquele varejo e ele sai com o item e ele fica com esse financiamento fazendo com a gente. Beleza? E aí a gente começou fazendo isso no norte do Brasil e depois começou a descer pro resto do Brasil com essas operações. Esse cliente ele é captado no varejo físico. Então até hoje toda a nossa captação acontece no varejo físico. Então lá no varejo o cliente faz um application inteiro. Todo o processo de underwriting, que é avaliação de crédito, avaliação de risco, vira cliente um e sai de lá com um produto na mão e um limite liberado para ele consumir.
Marcello Pontes: Que que faz a avaliação de risco vocês?
Bruno Ricardo (Br): Quem faz é a gente. A gente tem um motor próprio aqui. A gente consume dados de birô externo, tipo SPC, Boa Vista, Serasa e faz avaliação.

# 00:02:11

Marcello Pontes: Eh, entendi. Aquele da aquele da neurol da Neurotec num eles estão na B3 agora.
Bruno Ricardo (Br): Até, mas a gente já testou eles aqui, mas nunca optou por ir não.
Marcello Pontes: Entendi.
Bruno Ricardo (Br): Boa.
Marcello Pontes: Então vocês t Desculpa, velho.
Bruno Ricardo (Br): Aí foi lá, pode, pode ficar perguntando à vontade.
Marcello Pontes: Eu posso ir interrompendo assim porque eu tenho várias dúvidas.
Bruno Ricardo (Br): Eu quero dar contexto da empresa.
Marcello Pontes: Tá, esse esse pipeline aí é roda dentro de vocês, vocês só usam serviço terceiro para validar, vocês passam eh atributo e eles e eles dão um score para vocês.
Bruno Ricardo (Br): Exato. A gente tem uma engine mesmo aqui que roda própria. Ela vai lá, pega o CPF, bate nesses birôs, pega o retorno desse birô, nesse ind lá tem uma política de crédito que é definida pela gente, com essas informações, ele vai lá e diz assim: "Beleza, agora eu tomo
Marcello Pontes: Uhum. Uhum.
Bruno Ricardo (Br): uma decisão a partir disso, beleza?
Marcello Pontes: Beleza, valeu.
Bruno Ricardo (Br): Eh, e aí depois que esse cliente ele vira cliente da UMI, nessa primeira aquisição, aí ele começa a ter acesso a outros produtos, mas todos produtos de crédito.

# 00:03:18

Marcello Pontes: Uhum.
Bruno Ricardo (Br): Então tem o primeiro que é o carro chefe que é Binal Peira. Mas aí depois ele pode ter acesso a um empréstimo pessoal, ele pode ter acesso a um Pix parcelado, ele pode ter acesso a um capital de giro, mas tudo a partir depois desse primeiro contato. Beleza?
Marcello Pontes: Okay.
Bruno Ricardo (Br): Então esse foi o carro chefe até agora. Então a gente sempre operou o seguinte: o cliente entra no varejo, mas ele dali ele sai com relacionamento com a UMI. Ele virou um cliente um a partir daquele momento. O que é que começou a surgir no ano passado e é o grande mote de estratégia daqui paraa frente é que a gente deixa de ser esse operador do crédito em que a UMi faz as coisas e a gente passa a ser um provedor da tecnologia para isso.
Marcello Pontes: Entendi. White label.
Bruno Ricardo (Br): Então é, pensa quase no IT label aí. Então, o que muda é isso.
Marcello Pontes: Uhum.
Bruno Ricardo (Br): Então, antes vinha desse modelo aqui, ó, em que a UMi era o emissor, então a gente atua como rede, atua como operador de crédito e atua como o funding.

# 00:04:24

Bruno Ricardo (Br): A gente que aporta o dinheiro para fazer isso.
Marcello Pontes: Не.
Bruno Ricardo (Br): O que a gente tá indo agora e começou já a crescer isso e já tá rodando nesse formato é a gente vira uma rede de pagamento. Então, Bertou daqui, a visão dele é muito clara.
Marcello Pontes: Угу.
Bruno Ricardo (Br): A gente é uma Visa 2.0, é uma Masterc 2.0. Então, a gente vira essa rede aqui e dentro dela a gente faz com que qualquer negócio possa virar um emissor de crédito. O que é que muda isso? Vou pegar aqui um exemplo da Casar Bahia. Casaras Bahia hoje ele consegue emitir o crédito em nome da Casar Bahia.
Marcello Pontes: Угуm.
Bruno Ricardo (Br): Sai de lá com cartão Casaras Bahia. Então a gente vai dar essa possibilidade para qualquer varejo do Brasil. Então a gente já tem 2000 e poucos varejos que fazem isso. Então o cliente ele vai lá nesse varejo, vou ter aqui um exemplo dele, Big, que é o nome de um, ele vai lá como bigla e ele faz um crédito Big Lar.
Marcello Pontes: Угу.

# 00:05:25

Bruno Ricardo (Br): Só que todo toda a estrutura daquilo ali, arcabolso, é provida pela UMi por trás.
Marcello Pontes: Угу.
Bruno Ricardo (Br): Então ele tá comprando um crédito da Big L. Esse varejo, ele vende um crédito como se fosse um crédito dele ali de white label, private label da vida. a gente ajuda ele a construir a infraestrutura, a construir toda a inteligência de crédito e ajuda inclusive a trazer o funding, que é a gente correr atrás de dinheiro no mercado para aportar nessa operação.
Marcello Pontes: Entendi. Então ele pluga ali.
Bruno Ricardo (Br): Então, a gente tem, mas o funny normalmente é o seguinte,
Marcello Pontes: Vocês ainda ajudam com o fund, né? Que eu ia perguntar o seguinte. O cara, o cara de, o cara tem que chegar com funding, ele tem que chegar com algumas interfaces ali para vocês plugarem, né? Uma delas é o funding que tem ali embaixo e tem outras, certamente outras coisas também, né?
Bruno Ricardo (Br): imagina que o cara quer fazer uma operação de crédito dessa, aí a gente monta a operação de crédito, ela vai custar tipo 20 milhões para acontecer. ele consegue entrar com 2 milhões disso aqui e a gente conseguir os outros 18 no mercado como a porte de fundo, remuneração e tudo mais, entendeu?

# 00:06:26

Marcello Pontes: Uhum. Como é que é curiosidade só como é como como é que como é como é que a galera vai pro mercado com isso?
Bruno Ricardo (Br): Então a gente é, a gente já a gente já tem o caminho das pedras, né?
Marcello Pontes: Só galera, tem um tem esse play entrando aqui, tem risco tal, não sei o quê, não sei o quê, rentabilidade tal, aplicação.
Bruno Ricardo (Br): O que a gente monta é um projeto de crédito. Então, tipo assim, a gente monta um Fidic, monta uma debenture, monta uma CR. E aí os fundos no Brasil existem vários fundos especialistas em aportar dinheiro nesse tipo de operação. Então, como a gente já tem um track record disso, de que a gente conseguiu rodar operações altamente rentáveis em cima disso aqui, usar ela como exemplo e aí os fundos já fazem: "Ah, eu quero botar mais." O que que esse fundo ganha? Ele ganha, por exemplo, CDI mais 7, CDI mais 8. Então esse foi, ele sabe que ele bota o dinheiro ali e tem um retorno garantido, certo?
Marcello Pontes: Posso botar meu meu dinheirinho nesse fundinho aí, velho? Negócio bom. Tem que ter muita bala.

# 00:07:23

Bruno Ricardo (Br): A partir de 10 milh, mas é assim que rola aí.
Marcello Pontes: Opa, só isso. Brincadeira, pô. Beleza. Угуm.
Bruno Ricardo (Br): Então a gente entra, então a gente chega hoje em qualquer varejo desse. Então o que é que acontece? A gente procura grandes redes, eh, e existem muitas no Brasil, nem parece. E aí essas grandes redes vão lá e estruturam toda a operação de crédito com a gente e a gente e aí a intenção é a gente sair da gente tomar o risco pro varejo participar do risco.
Marcello Pontes: Entendi.
Bruno Ricardo (Br): Por que isso? Quando existe esse alinhamento entre o varejo, ele ganha na venda do produto no varejo e ele ganha também na operação de crédito, os caras se empolgam muito mais, se alinham e a gente aumenta a penetração no mercado.
Marcello Pontes: É que nem aquele negócio, é que nem aquele negócio, o cara muda, muda, dá um, faz um shift no, no core business dele para também em vez de não necessariamente em vez de ser só varejo, virar também banco,
Bruno Ricardo (Br): Então, em vez da gente ficar com oi, exatamente, exatamente.

# 00:08:22

Marcello Pontes: né? que é o Luca que lá, né?
Bruno Ricardo (Br): É, e aí esse alinhamento faz com que o cara, por exemplo, incentive do tipo assim, pô, meu método de pagamento principal vai ser esse crédito aqui e não ter 50 financeiras lá no meio do caminho querendo pagar outra coisa, sabe?
Marcello Pontes: Beleza.
Bruno Ricardo (Br): É isso.
Marcello Pontes: Tá.
Bruno Ricardo (Br): Então, é essa é a grande mudança. Porque eu tô batendo nisso? Porque boa parte do que a gente vai falar sobre plataforma de dados, a gente tem que sair de ser um único emissor aqui para ser um multiemissor.
Marcello Pontes: Угу.
Bruno Ricardo (Br): Então, qualquer varejo ele vira um emissor dentro da nossa estrutura.
Marcello Pontes: Так.
Bruno Ricardo (Br): ele tem que ser olhado independentemente, isolado e tudo mais. Então ten começo a ter agentes diferentes. A gente tem o agente um que é o agente que é o dono da rede. A gente tem um agente varejo que ele pode ser só um acquirer, que ele só adquire o cliente. Ele pode ser um acquirer e um issue.

# 00:09:20

Bruno Ricardo (Br): Então ele adquire o cliente, ele emite um crédito em nome dele.
Marcello Pontes: Mhm.
Bruno Ricardo (Br): E depois ele pode ser, além disso, ele tem uma terceira operação que é de funding. ele também participa do funing, tá ligado?
Marcello Pontes: Угуm.
Bruno Ricardo (Br): Então, pro varejo, a gente termina sendo eh um credit as a service, um acesso ao mercado capital, inteligência de crédito e cobrança. E pro usuário a gente quer que a experiência seja única. Então, o que é que muda nisso? A gente tá querendo que a UMI a gente vai se posicionar como um wallet, igual a wallet que a gente tem no celular, n cartões ali. Então imagina que o usuário final, se ele passa em diversos ciclos de crédito no mercado, ele com a UME, ele vai conseguir enxergar todos eles no mesmo lugar se todos eles usarem um.
Marcello Pontes: Uhum.
Bruno Ricardo (Br): Então a gente participa de todos os ciclo daquele cliente, mas ele consegue ter uma experiência única ali, porque ele vai dizer: "Beleza, eu adquiri um crédito na Biglar, adquiri um crédito no atacado dos presentes, adquiri um crédito na Ferreira Costa". Posso

# 00:10:24

Bruno Ricardo (Br): falar?
Marcello Pontes: Tá. Se vamos supor que tem um tem a Big lá, né? É, vamos supor que ela usa vocês como plataforma de plataforma tecnológica e ela atua como aquire issuer e funder.
Bruno Ricardo (Br): Hum. Mhm.
Marcello Pontes: Vamos supor que ela ela white label de vocês. A o aplicativo que o que o cliente final usa ainda é o da UMI?
Bruno Ricardo (Br): Aí, nesse ponto, a gente quer chegar no seguinte caminho. Se ela quiser ter o próprio, a gente tem a gente tá construindo as APIs para ela plugar e usar.
Marcello Pontes: Uhum.
Bruno Ricardo (Br): Então, hoje, por exemplo, o Biglan ele é integrado no PDV deles. Então, o cliente vê tudo BigL porque tá integrado ali no PDV. Mas aí o cliente ele pode usar ou UMI ou o próprio Bigl, entendeu?
Marcello Pontes: O, tá.
Bruno Ricardo (Br): O que é que vai mudar pro cliente? Se ele usar sua big, a big lá controla a experiência, controla como tudo vai funcionar. Se ele usar um ele vai ter n créditos ali vinculados, sabe?
Marcello Pontes: Uhum.

# 00:11:26

Bruno Ricardo (Br): Acesso a benefício, desconto e tudo mais.
Marcello Pontes: A minha dúvida é o seguinte, passado isso daí, né, que tu explicou, eh, se a visão é ter tudo como um wallet, né, que o cara tem todas as operações passadas, beleza, a tem essa visão, mas o que que vai levar o cara a, o que que vai incentivar o cara a eventualmente usar o aplicativo um em algum lugar que ele usa o white label, por exemplo, na Big L, se vocês tiverem, digamos, escondidos na na layer técnico, eh, como é que ele vai saber que, tipo, ah, Ah, o big é esse aqui. Então, posso usar esse aqui também, tá ligado?
Bruno Ricardo (Br): É, pronto. Nesse ponto, ótima pergunta, o que a gente quer chegar é esse ecossistema de benefício, como a gente tá dizendo, é o cliente que ele centralizar lá, igual num uma rede de cartão de crédito, tu vai ter, sei lá, milhagem, desconto em parceiros específicos, sabe? Tipo, eh, voucher de desconto, acesso a eh assinatura de streaming, então começa a virar aqueles pacotes de membership, sabe?
Marcello Pontes: Uhum. Entendi.
Bruno Ricardo (Br): e de rewards ali.

# 00:12:27

Bruno Ricardo (Br): Então essa é a camada que o por ele acessar, porque ali ele teria acesso a isso, entendeu? E o outro é a gente tem uma visão de que imagina que cada relação dessa de uma pessoa física com um crédito desse é um ciclo independente. Então, por exemplo, hoje eu tenho Nubank, Santander e Itaú, eu posso estar devendo no Nubank e tomando crédito no Itaú. Nada impede, eles são independentes. A gente como vai tá olhando a rede como todo, a gente também pode fazer isso como homem.
Marcello Pontes: Vou avaliar o risendo.
Bruno Ricardo (Br): Imagina, imagina uma opção do tipo assim, o cara tá apertado ali no final do mês, aí ele tem R$ 300 no Itaú, tem R$ 200 no Santander, R$ 200 na Big Lá. O cara quer fazer uma compra sobrando, sobrando de Não vou nem dizer sobrando, tá?
Marcello Pontes: Devendo ou ele tem sobrando. Ah, beleza.
Bruno Ricardo (Br): de crédito, ele tem disponível para tomar de crédito.
Marcello Pontes: Tá. Ah, entendi.
Bruno Ricardo (Br): E esse cara quer fazer uma compra de R$ 900 que ele precisa naquele mês.

# 00:13:22

Bruno Ricardo (Br): A gente com muit teria capacidade de tomar 300, 200, 200 de cada um desses emissores e transformar ele num único operação de crédito pro cliente final, mas serem três por trás ali ele conseguir fazer aquilo, porque se ele fosse fazer diretamente, ele não conseguiria, entendeu?
Marcello Pontes: Entendi. Massa. Isso aí. Beleza. O cara a a eu acho que tá justificado o o porquê. Eu acho que ele tem motivo para querer isso aí. Agora, como é que ele vai saber que ele pode ter isso aí? Tá ligado? A a em algum momento a a Big lá vai compartilhar com vocês o e-mail do cara, vocês vão mandar: "Ó, velho, tu tem isso aqui", tá ligado?
Bruno Ricardo (Br): Então, nos contratos da gente existe a relação de que o cliente ele também é parte da redeum, entendeu?
Marcello Pontes: Awareness.
Bruno Ricardo (Br): Então, a gente tem acesso direto a esse cliente.
Marcello Pontes: Ah, entendi.
Bruno Ricardo (Br): Então, assim, vamos lá. Imagina tudo, tá? a gente tá falando de possibilidades.

# 00:14:08

Marcello Pontes: Uhum.
Bruno Ricardo (Br): Existem hoje já contratos e relações em que o ele quer que seja uma rede totalmente independente. Então, tem um cliente hoje ali que essa rede ela é totalmente dependente. Eu não tenho relação dela com a nossa rede por pelo como o contrato foi construído, mas nos outros, por padrão, essa relação ele faz parte de uma rede maior. Então, nesse caso, a gente tem acesso.
Marcello Pontes: Tá beleza. Não, padrão.
Bruno Ricardo (Br): Então o cliente ele pode tomar um crédito ali transnacional com a Big lá para comprar a geladeira dele, mas eu posso chegar lá e dizer assim: "Ó, como tu é cliente Big Lá Powered by UMI, tu pode ter um empréstimo pessoal com a UMI de R$ 5.000, entendeu?
Marcello Pontes: Top, top. Beleza, vamos embora.
Bruno Ricardo (Br): E aí nessa estrutura, essa visão 2.0 é isso. A gente sai de ter e é isso onde eu tô participando agora, a gente deixa de ter um produto um, então a gente tinha um produto Pixelado, crédito transacional, crédito recorrente e eu começo a entregar para essa rede capacidades. Então eu dou a capacidade da Biglar construir um produto que ela quiser.

# 00:15:09

Bruno Ricardo (Br): Se ela quiser chamar de crediário biglar, quiser chamar de eh biglazinho, quer que seja, eu tô entregando aquilo ali para ele. Então a gente tá transformando que a gente tem um produto hoje numas caixinhas de capacidades. Então eu posso criar ali qualquer produto financeiro em cima disso.
Marcello Pontes: Building blocks.
Bruno Ricardo (Br): Oi?
Marcello Pontes: Building blocks. Faz sentido dentro.
Bruno Ricardo (Br): Building blocks. Exatamente. Exatamente. Isso aí trabalhar com gente inteligente é assim, pô. Galera que tem a cabeção é bom demais.
Marcello Pontes: Eu tô, eu tô só usando os termos que a galera usa aqui. usa building blocks com termo forum Ja.
Bruno Ricardo (Br): É, mas é exatamente o termo que eu usei. Vou te mostrar o desenho da plataforma que eu tô fazendo. Eh, e é isso. Então, a intenção hoje é a gente sai do que a gente tem como um bloco aqui. Eu vou transformar isso aqui numa plataforma e aí cada provedor desse aqui, ele cria o que quiser aqui em cima como como ferramental. Então o cara dizer que ele quer construir um produto de 10 vezes, três vezes com 3% de juro, 4% de juro, que você paga entrada, não paga entrada, paga na cabeça, não paga, ele que vai montar lá em

# 00:16:09

Marcello Pontes: Uhum.
Bruno Ricardo (Br): cima. Então essa é a intenção.
Marcello Pontes: Esse RM aí é um rapper do Infobip.
Bruno Ricardo (Br): Hoje é um rapper do Infabep. Eh, a gente sai de ter um app um hoje para virar um wallet um. Então a gente quer posicionar mesmo como um wallet ali assim, sabe? um uma central de benefícios, mas o wallet ele tem a relação.
Marcello Pontes: Ah.
Bruno Ricardo (Br): O CRM hoje que a gente tem da UMEM que a gente sempre a gente fala com o cliente como UMI, o que a gente vai ter que fazer, a gente vai ter que falar com o cliente como biglar, falar com o cliente como atacar dos presentes. A gente precisa dar a capacidade para esses varejos terem isso. Tirando 1% do mercado de varejo brasileiro, todo o resto é altamente amador. Então é um mercado muito muito como é que chama?
Marcello Pontes: Surpreendentemente ainda, né?
Bruno Ricardo (Br): Eh, eu esqueci a palavra aqui agora, mas assim, a galera ela não tem acesso tecnológico, eles têm muito pouca coisa ali, então é uma parada muito amadora ali.

# 00:17:07

Bruno Ricardo (Br): Então a intenção é que eles comecem a usar a plataforma como uma ferramenta. Para ter ideia, assim, quando a gente começa a conversar com os clientes, os caras não tinham nem lista de clientes, aí eles começam a fazer crédito com a gente, depois de um ano o cara, eu pá, agora tenho uma base de cliente, sabe?
Marcello Pontes: c******, surpreendente.
Bruno Ricardo (Br): Então é coisa mínima como essa, assim para mandar um SMS.
Marcello Pontes: Legal.
Bruno Ricardo (Br): Eh, é nisso. E aí assim, boa parte. O que termina é que o nosso ICP ele termina sendo um o ideal customer profile, sabe?
Marcello Pontes: Угуm.
Bruno Ricardo (Br): O cliente ideal lá. Ele termina sendo assim, se tu pegar hoje da nossa base, deve estar concentrado em 30 clientes do nosso faturamento, 80, 20, que são as redes maiores. Só que tu tem mais 2.000. que estão ali de pingadinho, uma coisinha pingadinha lá. Aí esse cliente ele vai usar a estrutura da gente meio que um pacotinho pronto. Já chega para ele com tudo pronto, bota o label dele lá, ele segue enquanto os outros vão ter a capacidade de comunicar.

# 00:18:03

Bruno Ricardo (Br): Então a gente vai atuar nessas três três faixas ali, duas, três faixas, sabe?
Marcello Pontes: Hum. Boa.
Bruno Ricardo (Br): Esse é o caminho. Eh, que é isso, né? Tipo, ó, pro usuário, ele tem uma experiência que é branded lá na ponta, então ele vai acessar web, mobile, canal de comunicação aqui totalmente eh branded pro pro que o varejo tiver colocando, tá?
Marcello Pontes: Legal. Tô igual.
Bruno Ricardo (Br): Part label mesmo.
Marcello Pontes: Uhum.
Bruno Ricardo (Br): E aí, nesse ponto que a gente vira multiemissor, intem emissor e tal, e tem todo um babos aqui, tá? Dar um exemplo aqui, ó. Tá vendo? O cara entra aqui, o cara teria o cartãozinho e mais crédito big lá. Ele tem, ele vai, ele troca os ciclos de crédito dele ali e ele tem essa relação com ele, entendeu? Um, tem um limitezinho em cada coisa daquela.
Marcello Pontes: Топ.
Bruno Ricardo (Br): Boa.
Marcello Pontes: Угу.
Bruno Ricardo (Br): Acho que como conceito é, então assim, a gente tá caminhando para esse para essa linha aqui, então tecnicamente toda uma estrutura de dados vai ter que atender essa estrutura.

# 00:19:03

Bruno Ricardo (Br): Então, principalmente dessa relação de ser multiemissor, como é que a gente internaliza eh a UMI vê tudo e a gente tem diversos emissores dentro da estrutura. Então, a gente já tá discutindo construir uma relação, construir um um desenho multitalenant que a gente não tem hoje, então para poder separar ali as coisas. E depois é que todas as estruturas elas possam ser configuradas por emissor. Então, sei lá, de um motor de crédito eu poder configurar não só uma política dedicada, mas conferir uma versão dedicada pro cliente como o ponto de vista de analytics. Então hoje a gente tem muita necessidade de olhar isso de forma independente, porque imagina, eu preciso olhar hoje que não só um varejo dentro da minha operação tá indo bem, mas que aquela operação de crédito do varejo toda, ela possa ser isolada ali e tratada de forma diferente, sabe?
Marcello Pontes: vertical e horizontal, né?
Bruno Ricardo (Br): Exatamente. Ponto de vista para informação. Por exemplo, se eu precisasse colocar um modelo de application eh vinculado, customizado para um único e grupo desse, eu poderia, sabe, em algum momento.
Marcello Pontes: Entendi. Ô, velho, isso vai, enfim, passar.

# 00:20:18

Marcello Pontes: Eh, eu ia falar um pouco sobre a infraestrutura. Agora, quando tu fala assim, uma das dúvidas que eu já vinha tendo aqui na minha cabeça e aí eu vou precisar esclarecer em múltiplas sessões, é quais são eh quais são os, vamos colocar os os softwares transacionais, né, que que capturam dados. Aí eu posso imaginar, pô, tu falou do do IPDV lá, o big lá, se não me engano, tendo PDV, né? o outro tempo dele que falou.
Bruno Ricardo (Br): É, mas assim, esse é só integração. O que é que a gente tem hoje de transal do captura, tá? Nosso chama próprio. Então, todo o backoffice é próprio, tá?
Marcello Pontes: E aí a gente fala de backoffice que interfaceia com a a aplicação mobile, com web, com eh com as lojas, que imagino que tem informação também.
Bruno Ricardo (Br): Com tudo. É, então hoje a gente tem um um software chamado parceiros. Esse é a relação da UMi com a loja.
Marcello Pontes: Uhum. Угуm.
Bruno Ricardo (Br): Então, nesses parceiros, o cliente acessa o caixa, acessa a transferência de dinheiro, ele efetua uma venda, ele consulta crédito, ele faz tudo naquele parceiros.

# 00:21:20

Bruno Ricardo (Br): É o web, web e mobile. O cliente final da gente acessa um web app ou um mobile, tá?
Marcello Pontes: Угу.
Bruno Ricardo (Br): E a gente usa esse backoffice do Parceiros e do Mobile internamente aqui como o nosso backoffice.
Marcello Pontes: Угуm.
Bruno Ricardo (Br): Então tudo roda dele aqui de onde? Então tudo é escrito nele, tudo passa nele, tudo transaciona nele. Onde é que a gente tem mais informação nisso? A gente bate num parceiro de birôj, consome a informação e traz para cá. A gente bate num parceiro de bancarização, cria uma CCB, que é um documento, é um instrumento de cobrança da dívida e traz para cá. A gente precisa emitir um boleto, a gente emite do nosso lado, bate num parceiro e disponibiliza no Banco Central, entendeu? Eh, a gente precisa comunicar com o cliente, a gente vai lá no infabip, cria a informação, escreve e depois coleta de volta. Então tem esses esses sistemas como provedores, todos eles são provedores de algum serviço, mas o core todo nosso.
Marcello Pontes: Tá? Então vocês usam esse backof, se eu entendi o vocês usam o mesmo backof que é o backofice do parceiro para para rezar operações também, tá?

# 00:22:38

Bruno Ricardo (Br): É, é que tem um assim, tem um parceiros e tem um backoffice, tá?
Marcello Pontes: Ah, tá. Ah, tá, parceiro. E tem o back. Tá. Eu sei que tem que a gente tá tendo anotações aqui, mas eu tô anotando algumas coisas também que são chaves aqui.
Bruno Ricardo (Br): Não, não.
Marcello Pontes: Eh, e aí quando quando a gente fala em multitena assim e em acomodar, por exemplo, algumas versões diferentes, a gente tá falando também em eventualmente eh versões diferentes de backend de cliente final, por exemplo, para determinado tenant.
Bruno Ricardo (Br): Hum. Não, hoje não chegou nessa discussão não. A gente quer ser o mais padrão possível aqui, sabe?
Marcello Pontes: Ah, de repente, de repente só feature flag por ã por cliente, né?
Bruno Ricardo (Br): Tipo, não existe a discussão de tipo, ah, tipo um RP, vou ter versões por cliente. Não, cara, consumo é plataforma. Eu não sei nem se feature flag, eu acho que muito mais setup mesmo. Assim, a intenção é ter uma plataforma que permite n coisas e aí cada cada emissor desse, ele tem um setup daquilo ali do que como ele quer usar.

# 00:23:42

Marcello Pontes: Uhum. configura de maneira, tá? Beleza? Porque aí entraria uma discussão também de infra, né? Mas aí, enfim, eu e mesmo mesmo podendo sugerir, eu acho que não seria muito a préx poderia fazer sugestão, mas não acho que não é o o intuito entrar nisso daí, né? Tá? Eh, porque assim, quando surge versão diferente, por exemplo, se se a gente fosse por esse caminho ou o se o modelo de dados diferentes pro porente, a gente teria começado a tratar também esquema diferenciação de esquema, né, por eh por tenant, mas tá tá
Bruno Ricardo (Br): Não, mas a intenção não é essa não. A grande intenção hoje é o seguinte, esse é o que eu tô puxando agora, é a gente transformar tudo que a gente tem hoje em algo plataformizado, em building blocks e transformar para dar flexibilidade pra pessoa fazer setups diferentes, mas não versionar diferente, entendeu?
Marcello Pontes: setado. Beleza. Eh, e aí todo esse dado aí, ele ele ele é em algum momento ele é consumido, vai pro lei que a gente vai conversar mais sobre isso daí, mas ele vai pro lei que aí é onde surge a bagunça, né?

# 00:24:56

Bruno Ricardo (Br): Eh, o fluxo padrão hoje é o seguinte, eh, tudo rola no transacional, deve ter em torno ali de uns 19 bancos transacionais, um para cada aplicação ali. Eh, cara, eu tenho um desenho disso aqui, tô mostrando. Eh, e aí esses dados acho que em março de 2023 habilitaram o CDC.
Marcello Pontes: Data capture você descou da hora.
Bruno Ricardo (Br): Exatamente. E aí CDC faz o streaming de todas as transações lá do banco para dentro.
Marcello Pontes: Bruno, só por curiosidade, CDC é roda onde?
Bruno Ricardo (Br): Oi, GCP.
Marcello Pontes: É baseado em que exatamente assim porque você normalmente é uma técnica, né?
Bruno Ricardo (Br): Como assim? Baseado em quê?
Marcello Pontes: O pessoal usa diferença por baixo, tá?
Bruno Ricardo (Br): Ah, tá, tá. É o streaming do GCP. Então ele hoje tem lá no próprio GCP, ele no transnacional você tem como habilitar um streaming com base no log de alteração.
Marcello Pontes: Beleza.
Bruno Ricardo (Br): Aí ele vai gerando aquilo ali, gera os lotezinho e depois a gente consome e aí ele pega isso, escreve lá no bucketzinho e já joga para dentro do big quer.

# 00:25:54

Marcello Pontes: Tem uns triams aí da vida que faz o o push lá para lá. Beleza. P relevante aqui, mas beleza.
Bruno Ricardo (Br): Então tudo hoje o transacional termina batendo nesse formato.
Marcello Pontes: Угу.
Bruno Ricardo (Br): Vou só logar aqui para eu te mostrar. Eh, e aí todo mundo bate nesse nessa estrutura, bate no BQ. Aí esse dado já fica disponível no BQ. E aí lá no BQ ele tem hoje quatro, cinco projetos separados assim, que já é o primeiro ponto para mim, é uma teste de projeto.
Marcello Pontes: Так.
Bruno Ricardo (Br): E dado que tem isso lá, então tem os projetos, os projetos principais também estão disponíveis pra galera bater no lucro ou acessar direto no BQ para consumir esses dados. Esse CDC roda a cada 15 minutos com essas bases transaccionais, beleza? Então ele vai lá, tem um fluxozinho, a cada 15 minutos ele atualiza isso aqui e lá a galera faz view em cima da outra e trata tudo da mão. Então tem o BQ batendo em cima disso e tem um metabase que tem acesso direto full nesse BQ, inclusive é um p*** risco.
Marcello Pontes: É, tô ligado.

# 00:27:11

Marcello Pontes: O pessoal tava me falando o Léo naquele dia, naquele dia começou
Bruno Ricardo (Br): E aí bate lá em cima disso aqui. Eh, essa é a estrutura aí. Hoje começou-se com o tempo seguinte, no Look, os dashboard mais oficiais, assim, mais garantidos estão lá. E no metabase é a galera que não tem muito conhecimento e fica ali explorando as coisas. Eh, quando a gente olha, é o estúdio, não é o profissional, não.
Marcello Pontes: falando que vocês usam Lucas Stúio, né? Não é um profissional, é o Stúio, né? que era o famoso antigamente quando era Google datas, alguma coisa assim que era o Google que tu já na p**** dessa aí.
Bruno Ricardo (Br): Era o Date Studio, né? Hã.
Marcello Pontes: Mas beleza do EP aí stream.
Bruno Ricardo (Br): Eh, mas funciona pro que a gente usa funciona. E aí os times de data science de crédito chegam a usar Streamlit, tá? Tem uma galera ali que tem mais alguma coisa, vai lá, cria uma queryzinha, monta um job, faz alguma coisa e cria um streamit que era hoje a galera normalmente usava local.

# 00:28:10

Bruno Ricardo (Br): Agora que a gente tem o primeiro shlit que é aberto, que é tá deployado numa numa maquinazinha lá, a galera usa cloud run aqui e tal, o primeiro agora foi só isso que rolou que o Dell criou lá,
Marcello Pontes: Mas, mas vocês têm um processo para pessoas eventualmente criarem seus streamls com aplicação assim ou não?
Bruno Ricardo (Br): que era de um dash aqui que é bem importante do crédito que aí criaram, mas não existe um um deploy padrão, não. Todos os outros a galera usa assim mais tipo, ó, toma aí um repositório, só dá um run streamlit e tu consegue ver o que precisa, sabe?
Marcello Pontes: Entendi.
Bruno Ricardo (Br): tá começando até.
Marcello Pontes: Tem tem assim, velho, discussão filosófica assim, né, com a surgida dessa toda essa onda de vibe coding e ajudante de assistente. p****, é assim, me me ocorreu isso agora, mas uma das coisas que poderia, a gente poderia aí era no sentido de, galera, vocês podem criar aplicações, mas tipo usa esse template aqui, entendeu?
Bruno Ricardo (Br): Eh, goo.
Marcello Pontes: De que que vai fazer de maneira segura e que escale, enfim, se algumas pessoas quiserem construir isso daí e que não vire um mundo de silos, né?

# 00:29:24

Marcello Pontes: do mesmo na mesma c******, tô me enrolando com idioma, mas na no mesmo estilo, eh, pode começar tem um risco grande aí de eh perder observabilidade sobre esse tanto de potenciais stream leads paralelas, entendeu? Mas enfim, é só uma reflexão aqui.
Bruno Ricardo (Br): É de boa. Eh, hoje tira os times mais téc como DS e e Crédito, são os times que criam coisas assim. Fora disso, não tem mais ninguém que cria.
Marcello Pontes: Entendi.
Bruno Ricardo (Br): Então a gente pode ver até quando consegue ajudar ali, mas é é muito muito setorizado isso, sabe?
Marcello Pontes: Tá muita coisa hard, né?
Bruno Ricardo (Br): Assim, o resto do time é muito mais operacional e tal, então vai ter muito mais acesso ali a um metabase e um quarzinha padrão. É muita coisa de rock ali.
Marcello Pontes: Beleza. Good, good. Cara, eh, um pensamento que me ocorreu na hora que tu tava falando sobre o fluxo, p****, 19 banco de dados não é pouco. Eh, mas aí quatro, cinco projetos ali no Big Query parece já, mas assim, não deveria ser um, não deveria ser um um grande problema, né?
Bruno Ricardo (Br): Já tá, já tá morrendo assim, já tem intenção clara de matar isso.

# 00:30:30

Bruno Ricardo (Br): centralizar, né? Então,
Marcello Pontes: É lógico que a gente tem que ver também eh dessas 19 o que que a gente o que que a gente aplica como template top down, né? Tipo, qual é o modelo de segurança, qual o modelo de replicabilidade isso para dentro de um ambiente multitenant, né?
Bruno Ricardo (Br): Uhum.
Marcello Pontes: Vai ter multitênci. É importante pensar o que que a gente vai separar fisicamente por legislação. Eu sei que tem algumas coisas tem que ser separadas eh eh horizontalmente, outras per no múlti. Eh, mas enfim, não parece ser um problema muito grande até a gente chegar nos detalhes, né? E aí a gente vê vai ver mais complicação na hora de começar a tratar os modelos que tem e os campos e as regras de negócio e as formas que o pessoal usa, né, para poder eh calcular tudo.
Bruno Ricardo (Br): Uhum.
Marcello Pontes: Beleza?
Bruno Ricardo (Br): Um um ponto aqui bem importante para deixar claro assim é a parte mais importante no crédito é consistência mais do que velocidade, mais do que disponibilidade ou frequência, recência, tá?
Marcello Pontes: Uhum.
Bruno Ricardo (Br): No crédito é consistência, porque tipo um erro de duas casas decimais gera um efeito grande numa decisão de uma mudança de uma política de crédito.

# 00:31:56

Bruno Ricardo (Br): Isso é um negócio só tentando botar na cabeça dos meninos ali, por quanto eles têm que ter cuidado com validação de dados, entendeu? Então, dados, os modelos, os projetos ou os dados, não na verdade assim, na entrada, porque termina sendo análise, mas toda vez que a gente modelar alguma coisa que vai ser consumido ou precisa ser virar uma feature, alguma coisa, a consistência desse dado é a parte mais importante, tá ligado?
Marcello Pontes: Uhum. Sente.
Bruno Ricardo (Br): Porque é onde mais tem efeito penoso assim pra empresa.
Marcello Pontes: E confiança também, né?
Bruno Ricardo (Br): É confiança. Então assim, galera que bate assim, se tu pegar João, que é a pessoa que é o R de crédito, ele é um cara que ele faz sempre quatro validações do número de formas diferentes para garantir que elas estão OK, sabe? Porque é uma decisão que dá errado. E a gente vê no costume de que isso não tem esse efeito e outras coisas assim. Então de vez em quando aqui os meninos dão uma cagada e gera o número errado assim. Então assim, garantir consciência.
Marcello Pontes: Entendi. M. Eh, big

# 00:32:47

Bruno Ricardo (Br): Então acho que por que eu tô falando isso, cara? Se no futuro próo começar a conseguir ter eh eh validações dentro da estrutura de dados nas modelagens que ajudem, sabe como é o nome daquele data validation que tem no DBT lá que é bem padrãozão, big expectations.
Marcello Pontes: expectations.
Bruno Ricardo (Br): Pronto. Coisas desse tipo que parecem pequenas aqui fazem muito sentido, sabe? eh usar contratos de schema enforcement, sabe? Eh, acompanhamento de drift de dados, isso é muito importante para as decisões, entendeu?
Marcello Pontes: Entendi.
Bruno Ricardo (Br): Principalmente na modelagem. Na modelagem, o que eu digo é na modelagem até de analytics mesmo, tá? Só descondização de dado ali no viso e tal.
Marcello Pontes: Beleza. É, é, faz sentido em alguma maneira, faz sentido até validar eh por pory eh policy, como é que fala?
Bruno Ricardo (Br): Eu tô entendendo.
Marcello Pontes: policy, pô, vale, vale dar por pollicy, por exemplo, que assim é sever, né, a turma do jovem fala, né, eh, que, por exemplo, um modelo DBT tem que ter validações.

# 00:33:53

Bruno Ricardo (Br): Vai, pô.
Marcello Pontes: Eu acho que validar, forçar que isso aconteça às vezes vai fazer com que o cara crea umas validações m**** também, né? Eu acho que tem tem muito da do acompanhamento.
Bruno Ricardo (Br): É, é, mas acho que é muito, é, é muito dessa visão de data quality, assim, sabe? Tipo, data quality é um, é um, é um ponto importante para existir assim alguma camada aqui, eh, dentro da estrutura de tudo que acontecesse, sabe? Um, como startup tem muita mudança sequenciada, então tem muita coisa que dada as janelas de tempo foram tendo mudanças que ela vão ficando meio conhecimento tácito e a gente tem que trazer para explorar isso no dado. E depois é que ter um data quality desse muito bem formado ali garante que qualquer mudança dessa nova que aconteça a gente consiga saber onde o dado tá batendo ou que quebrou e tal para não estragar um uma informação dessa do crédito, sabe?
Marcello Pontes: Tá. Eh, eu lembro trabalhando em comandé lá nos idosos de 2006 lá, tinha um um contador lá que a gente fazia uns relatórios de análise de crédito lá, que eu eu tinha uma escola boa nisso aí, velho.

# 00:35:10

Marcello Pontes: E o cara o cara chegava, ele falava: "Ó, eu tenho que bater base de bé hoje eu me lembro. Toda
Bruno Ricardo (Br): Boa.
Marcello Pontes: toda vez que eu tenho que bater navio, tenho que bater beb, velho.
Bruno Ricardo (Br): V boda, mas aqui é muito muito isso assim, sabe? E aí meio que o que termina é que como existe essa necessidade de confiança, só existe confiança aqui em duas, três pessoas para analisar número, porque os dados não conseguem representar isso e essas pessoas que conseguem bater nesses
Marcello Pontes: Да.
Bruno Ricardo (Br): números muito bem, porque na raça elas pegaram esse conhecimento tácito, foram criando formato lá de validado.
Marcello Pontes: Угуm.
Bruno Ricardo (Br): Só que isso deveria ser widpread aí pela pela empresa, entendeu? Tipo assim, os meninos agora mesmo montaram um catálogo, algum monte de featurezinho. Eu disse: "Galera, validem esta p****, porque se soltar esse número e não bater, tu vai ver a galera aqui pirar". Então, só que essa esse monte de número ele deveria ser o tempo todo disponibilizado. Então, tem diversas features aqui, sei lá, FPD, que é o first payment de se uma pessoa tá pagou ou não pagou a primeira parcela.

# 00:36:14

Bruno Ricardo (Br): paramédica muito simples e altamente necessária em qualquer decisão nossa aqui, porque se a pessoa tem FP dela não recebe, ela recebe uma comunicação diferente, se ela tem FP dela não recebe crédito, se ela tem FP dela, o atendimento é diferente, tudo muda, cara.
Marcello Pontes: famoso. Primeiras impressões, né?
Bruno Ricardo (Br): Isso é, cara, deveria ser tipo uma feature que altamente fácil da galera acessar e ter disponível em qualquer momento do ciclo que alguém precisasse dela, sabe?
Marcello Pontes: Uhum. Deveria, c******.
Bruno Ricardo (Br): E a gente não consegue.
Marcello Pontes: Mas isso muito porque por conta daquele aquilo que eu tava falando no outro encontro de querer, ninguém sabe da onde, como é que executa.
Bruno Ricardo (Br): Exato. Cada um, cada um faz uma e aí tu não tem ela como uma feature eh disponível ali geral, sabe?
Marcello Pontes: Entendi.
Bruno Ricardo (Br): Então, tipo, isso é o tipo de coisa. Se tu pegar aqui 15 features, tu resolve o problema de muita gente assim na modelagem, sabe?
Marcello Pontes: Entendi.
Bruno Ricardo (Br): Com a Una veia, né?
Marcello Pontes: É, macho. Vamos na velia.

# 00:37:15

Marcello Pontes: Mas faz tempo que eu não faço aqui. Eu tô fazendo muito porque hoje hoje tá sendo intenso para c******. Enfim.
Bruno Ricardo (Br): Não, eu também faço aqui.
Marcello Pontes: Eh, então, por exemplo, vamos rapidamente aqui, só me acordar um pouquinho no FPD.
Bruno Ricardo (Br): A ja tinha causa.
Marcello Pontes: Eh, quais são alguns dos sintomas do, na verdade, das causas que que fazem com que a galera não consegue, se tu souber em detalhe assim, mas o dado se alguém que se alguém que se eu, se eu chegasse,
Bruno Ricardo (Br): A gente não tem, por exemplo, um feiture engineer que calcule isso aqui real time para todo mundo consultar isso pronto. Então, quem precisa Exato.
Marcello Pontes: se eu vamos supor que eu sou uma pessoa que conheço bem o dado, eu conheço bem a área, eu consigo, sei lá, passar meia hora aqui, uma hora e fazer uma QL que vai me tirar esse dado lá.
Bruno Ricardo (Br): Aí tu precisa hoje lá todo mundo que precisa calcular ele em cada dashboard, calcula ele de novo, sabe?
Marcello Pontes: Em cada K, em cada 10, tu calcula de novo.
Bruno Ricardo (Br): Em cada em cada despoimo rolou de novo. Tu poderia ter, sei lá, um fatory catálog aqui que dizer: "Bicho, essa tá pronto o tempo todo. Quem

# 00:38:18

Bruno Ricardo (Br): quiser bate nesse lugar a tu vai ter o FPD por pessoa na corhorte". Entendeu? Isso resolveria metade do problema. Só basta ter alguém garanta que ele existe, que ele é calculado com do jeito certo e funciona. E o cálculo dele é muito simples, sabe?
Marcello Pontes: É, tô ligado, cara. Vai lá, passa a linha, pagamento, atraso. Dependendo de como o transacional passa, de como o transacional guarda também já seria mais fácil também, né?
Bruno Ricardo (Br): Exato. Exato. Só que normalmente o que acontece é o seguinte. A pessoa olha assim: "Eu tenho FPD, aí eu tenho FPD do contrato, eu tenho FPD da pessoa, aquele contrato deu FPD, mas aquela pessoa pode não ter dado FPD, sabe? Tem tem umas relações dessas. Então você consegue modelar isso num formato que, meu irmão, quem quiser bate ali e pronto, sabe? E aí está disponível para quem precisar consultar. Muito fácil assim num catalogozinho.
Marcello Pontes: Entendi.
Bruno Ricardo (Br): Tem muito isso agora os meninos lá pegar não, eu vou zarar aqui.

# 00:39:10

Bruno Ricardo (Br): Passei Lelem, classifiquei 53.000 colunas que tinha do banco. Eu disse velho, não adianta qualificar 53.000 só vai usar três. Era para ter matado as 50 antes.
Marcello Pontes: อื சோ Boa.
Bruno Ricardo (Br): Não solta isso. Então tem muito isso assim de definir fontes padrões, sabe? Tipo, ah, como é que chama? A Golden Truth da vida lá da coisa. É, e esse é o caminho, velho. Acho que isso, isso resolve muita coisa internamente, né?
Marcello Pontes: p****, é parada que deveria ser café com leite para todo mundo, né, velho? c******. É, cara.
Bruno Ricardo (Br): Porque lembra, é, é um trabalho de jardinagem, Marcelão, tu sabe disso. Então, tipo, não é só fazer, tem que alguém fazer, dizer o que tem que ser feito e ficar ali podando e fazendo aquela parada andar. Então, teve muita gente que puxou a iniciativa e não andou, puxou iniciativa e não andou, entendeu? E aí, esse é o ponto que, tipo, a galera interna aqui pode dizer: "Galera vai ser aqui."

# 00:40:11

Bruno Ricardo (Br): Só que assim, como é que eu enxergo isso? Como é que a gente fez lá na Loft na época? Para essa p**** andar, tu tem que matar os anteriores. Se tu não faz a galera migrar, isso não vira o a fonte de verdade. Então tem 53.000 tabelas, tu criou a 54 e essa é essa é a Golden Truth agora lá da vida, se tu não matar 53, não resolve. Tu tem que ir lá e dizer assim: "Isso aqui vai virar legado, galera. Alguém vai ter que, tipo, como eu fiz lá, tu vai pegar o dash da galera e tu vai editar ele para poder bater no lugar certo, entendeu? Aí tu vira assim, não, todo mundo tem suas prioridades e aí a parada não vira não.
Marcello Pontes: Senão não dá não. Não vai. É, exatamente.
Bruno Ricardo (Br): Aí acho que isso é boa parte daqui. Então tipo assim, tem muito trabalho acho que de cleasing, sabe? de meu irmão. Até falei pra Wagner e para Léo, bicho, faz o negócio, pega o Metabas, Metabase e tem o tracking dele lá de Analytics próprio, bicho.

# 00:41:13

Bruno Ricardo (Br): Se tu rodar em cima dele, tu vai saber o que a galera acessa todo dia e o que a galera acessou nos últimos 12 meses.
Marcello Pontes: Vamos lá.
Bruno Ricardo (Br): O que tiver, o que tiver fora, tu vai chegar lá e vai tirar na tora. A gente tem uma listinha do que tem, tu tira na mão de lá de dentro. Ninguém reclamou, acabou.
Marcello Pontes: pelo menos esconder, né, como o primeiro passe e botar uma quarentena aí
Bruno Ricardo (Br): É, pronto. Lá até comentei para isso, galera, o que é que eu fiz isso num outra empresa lá, meu irmão, eu criei um projeto, uma base lá, um dataset chamado legacy. Tudo que eu queria eu só fazia assim um um move, sabe? Tipo, copiava para dentro do virava legacy_line. O nome era original, tudo ficava original, só tinha um legacy como prefixo. Acabou. Quem precisava acessar ainda, tu só controlava acesso disso. Então tem muito disso dá para fazer.
Marcello Pontes: Eh, acho que um passo, o primeiro passo é a gente saber qual é o que que precisa ser feito.

# 00:42:05

Marcello Pontes: Eh, e aí quando tiver que ser feito, tem que ser feito. Tem que botar cunha dos caras para fazer, né? Se eu seu, enfim.
Bruno Ricardo (Br): É, não, acho que esse é o caminho.
Marcello Pontes: Boa. Ah, que mais? Singur of truth. Foi a minha última anotação aqui. Eu vou, tá?
Bruno Ricardo (Br): Então era mais da a intenção de hoje era dar essa visão de para onde a empresa quer ir, do que tem para onde tá querendo ir, porque acho que isso muda muito a forma que a gente vai olhar para analytics, entendeu?
Marcello Pontes: Eu vou colocar também quando eu tiver analisando e sugerindo também é muita sobre o prisma de OK, uma coisa é a gente resolver o problema que tem, por exemplo, de eh e colocar as features, as golden features eh em visibilidade e aí ver e e confrontar também isso sobre a visão de isso escala para multitendant ou não, ou o que o que que precisaria ser feito para tá multitendant, né, para para eh promover aquela observabilidade vertical e horizontal, né, Não, não tenho, por exemplo, o o em tudo
Bruno Ricardo (Br): Uhum.

# 00:43:06

Bruno Ricardo (Br): É o Ní beleza. Tá claro. O outro é o seguinte. Aquilo comentei na primeira, a gente não quer gastar máximo, mas a gente também não precisa se ater a ferramental do tipo open source, trazer coisa estranha.
Marcello Pontes: Tá bom.
Bruno Ricardo (Br): Voltar paraa GCP vai ser sempre a melhor opção.
Marcello Pontes: Tá.
Bruno Ricardo (Br): Então, tipo assim, velho, tem o data proc da GCP que resolve de uma forma, tem um custinho a mais desenvolvimento, tem, mas se tiver lá vai ser melhor, sabe?
Marcello Pontes: Eh, tem tinha uma visão muito grande também, tem um projeto que eu participei da Ericson aqui, tinha uma visão muito grande também de simplificar também o ST colocando para cloud, porque lá a gente era WS, né? Mas aí tudo que tudo, tudo que a gente precisava colocar, a gente tinha a opção de colocar no Cubernetes e aí a gente tinha três, três caras de infra lá, eu era um deles, ou pegar um serviço equivalente
Bruno Ricardo (Br): Mhm.
Marcello Pontes: da da AWS. Então a gente jogava a maior parte possível da AWS justamente para simplificar, né? Resolver não necessariamente eh economizar dinheiro, mas simplificar manutenção também.

# 00:44:09

Bruno Ricardo (Br): É porque o mote aqui hoje tá sendo o seguinte do tipo, velho, se é para gastar tempo, gasta no que é cor, que é construir uma plataforma melhor, como customizar melhor um produto financeiro, não tá criando sistema de autenticação, a gente não vende autenticação. sabe? Eh, load balance não é, a gente não precisa criar um load balance. Então, deixa, se tem um serviço pronto, consulta a galera, otimiza, estima valor, usa ele, sabe?
Marcello Pontes: Galera tava querendo L base aí.
Bruno Ricardo (Br): Não, não vai criar, sei lá, chama doenticação, criaram um click cloak, sabe?
Marcello Pontes: Tá.
Bruno Ricardo (Br): Eh, então e o mote hoje é velho, se é para gastar tempo na engenharia, gasta-se tempo aonde a gente precisa, consegue gerar no alguma alavanca do negócio.
Marcello Pontes: Beleza.
Bruno Ricardo (Br): Se for diminish returns, usa um serviço de terceiro e vai dizer: "Beleza, isso aqui vai aumentar .000 na conta e acabou".
Marcello Pontes: Tá bom.
Bruno Ricardo (Br): Certo?
Marcello Pontes: Perfeito. Que mais, cara? Por enquanto é isso.

# 00:45:10

Marcello Pontes: Vou eu vou querer aprofundar depois dessas 19 bases no fluxo começando do começo. Eh, tenho uma conversa hoje mais tarde com o vagão, acho que é sobre infra, né, que ele incluiu eh o incluiu, deixa eu ver aqui, Fernando Neto.
Bruno Ricardo (Br): Clioquei. Ah, Fernando, é o red de infra.
Marcello Pontes: Pronto. De boa, cara. De boa na lagoa.
Bruno Ricardo (Br): De boa, não é cara, de boa, mas gente boa, velho. Limpeza total. Então, o cara vem de infra aí, parceirão.
Marcello Pontes: Padrão.
Bruno Ricardo (Br): Pode contar aí.
Marcello Pontes: Valeu. É.
Bruno Ricardo (Br): Fechou.
Marcello Pontes: Mas é isso.
Bruno Ricardo (Br): Tá bom, men. Toca aí com eles. Aí, tu me diz o que precisa e pra gente ver como é que a gente coloca aqui um ponto de Eu vou deixar bem solto nesse começo aí, entende?
Marcello Pontes: Tá.
Bruno Ricardo (Br): Cenário, vê como é que tu acha que seria o melhor e propõe, cara.
Marcello Pontes: Tá bom.

# 00:46:03

Bruno Ricardo (Br): Vamos fazer assim, vamos fazer assado. É tempo que tu se organiza também com tua agenda.
Marcello Pontes: Tá bom. Eu gosto de, eu gosto de atuar em bold first step, sabe? É lógico que a gente tem uma fase de análise agora, mas seria bom dar alguns passos concretos aí do tipo metabase, analisar e eh fechar e escolher um primeiro e atacar, entendeu? Que aí a gente escala o modelo, tá?
Bruno Ricardo (Br): Cara, tem diversos pontos aí assim e conta sempre o seguinte, tu entra, estrutura o que deveria ser feito, não sei o quê, e velho usa o Léo como recurso, porque aí do lado de cá eu vou precisar, Léo, tu vai precisar passar uma amanhã para fazer o que Marcelo tá pedindo, sabe?
Marcello Pontes: Perfeito.
Bruno Ricardo (Br): Se tu vai ajudar, vai ajudar, beleza, mas vamos usar Léo aqui para tu conseguir dar essa acelerada, sabe?
Marcello Pontes: E tem que acompanhar, Léo.
Bruno Ricardo (Br): é estrutural, eu faz isso para aqui e tal, certo?
Marcello Pontes: E tem que acompanhar, Léo. Eh, revisão histórica aí. Eh, eu fiz, eu fiz isso aí na na um projeto que a gente teve lá, acho que tu já tinha saído, acabado de sair na Eurofarma lá. Agora era bem mais complexo, né? Não sei, enfim, não sei se era bem mais complexo. Era, era complexo, né?

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